Montanha Sagrada – São Lourenço – MG

Montanha Sagrada

Podendo ser visualizada de quase todos os locais da cidade, é um passeio imperdível para quem gosta de caminhada de média intensidade. Na trilha, vemos um caminho cercado de verde e de natureza exuberante. No topo, encontra-se a rampa de parapente e paraglider! Nesse local brotaram as águas que abasteciam São Lourenço antigamente. Nela foi criado o primeiro sistema de aquedutos, construído por José Justino Goulart, que conduzia as águas até uma caixa d’água, situada hoje na igreja do bairro Carioca, de onde eram distribuídas para o município. As montanhas, desde a antiguidade, são símbolos de mitos e tradições, expressam ideias de elevação, evolução, zênite, por isso surgiram as montanhas sagradas e os montes santos. Quando subimos em uma montanha, podemos deixar a correria da vida diária, respirar fundo, reverenciar a natureza, a criação à nossa volta e alcançar o ponto máximo de nossa existência. Sendo o ponto mais alto da cidade de São Lourenço, na fazenda Helena, a Montanha Sagrada recebeu este nome devido ser neste local que o Fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose, Professor Henrique José de Souza, disse ter recebido orientações espirituais.

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  • Localização

    Urbana

    Rua Heráclito Moreira, s/n, Rua Dr. Antonio Carlos – São Lourenço Velho

    CEP 37.470-000 – São Lourenço – MG

Passa Quatro – MG

Uma das cidadezinhas mais encantadoras da Mantiqueira, Passa Quatro reserva atrações que vão do casario colonial à natureza privilegiada, salpicada por cachoeiras, florestas, parques e picos. O friozinho ao entardecer e as delícias da boa mesa mineira incrementam o destino, procurado por turistas de variados perfis. Declarada Estância Hidromineral desde 1941, Passa Quatro tem fontes de água espalhadas nas praças da cidade.

 

No centrinho, um passeio a pé pelas ruas de paralelepípedo descortina as preservadas construções do final do século XIX. É do Centro que parte a Maria Fumaça, puxada por uma locomotiva de 1925. Passa Quatro ainda possui várias nascentes que acabam proporcionando aprazíveis recantos com quedas d´água e cachoeiras. Matas nativas, bosques de pinheiros, exóticas formações rochosas e o ar puro dessa região também favorecem o clima de paz que esse fabuloso trecho da Serra da Mantiqueira oferece aos visitantes.

Polo Amazônia Maranhense – MA

Polo Amazônia Maranhense

Amazônia Maranhense

 

A Floresta Amazônica no estado do Maranhão ocupa 34% do território, o equivalente a 81.208,40 km², engloba 62 municípios do estado, um prolongamento que parte do Rio Gurupi, na cidades de Carutapera chega em São Luís, passa por Santa Inês, Formosa da Barra Negra e alcança a cidade Carolina.

 

A região que possui, em média, 570 árvores por hectare de pelo menos 100 espécies da flora nacional, já possibilitou a catalogação de 109 espécies de peixes, 124 de mamíferos e 503 de aves. Além das fauna e flora, as unidades indígenas, Alto Turiaçú, Awá, Caru e Gurupi, são localizadas nesse território, desde a criação da Amazônia Legal em 1953.

 

Amazônia Legal – Área composta por nove estado da federação: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins.

 

Municípios que compõem o Polo Amazônia Maranhense

CARUTAPERA

LUÍS DOMINGUES

CÂNDIDO MENDES

CENTRO NOVO DO MARANHÃO

Estação das Docas (Pará)

 

Inaugurada em 13 de maio de 2000, a Estação das Docas é um dos complexos turísticos que mais refletem a região amazônica. Referência nacional, o espaço congrega gastronomia, cultura, moda e eventos nos 500 metros de orla fluvial do antigo porto de Belém.

 

São 32 mil metros quadrados divididos em três armazéns e um terminal de passageiros. O armazém 1 foi batizado de Boulevard das Artes, o armazém 2 passou a ser o Boulevard da Gastronomia e o Armazém 3 é conhecido como Boulevard das Feiras e Exposições.

 

O complexo possui ainda, o Teatro Maria Sylvia Nunes e o anfiteatro do Forte de São Pedro Nolasco.

 

O local é um dos cartões postais mais visitados do Estado e recebe em média um milhão e meio de visitantes ao ano.

 

Fonte: Governo do Pará

Jacarecica – Maceió – AL

JACARECICA

Praia de grande extensão, cercada de coqueirais. Apresenta duas partes distintas: uma ainda preservada e outra área urbana com estrutura de bares e restaurantes. A pequena faixa de areia com vegetação rasteira é uma boa opção para quem gosta de um luau à beira-mar. Suas águas são agitadas propícias para o surfe, mas também muito procuradas para a pesca artesanal.

Jequié – BA

Jequié é um município brasileiro do estado da Bahia. Está a 365 km de Salvador, no sudoeste da Bahia, na zona limítrofe entre a caatinga e a zona da mata. Em 2019 a cidade tinha uma população estimada em 155 966 habitantes. A palavra Jequié deriva do Tupi, JEQUI: cesto afunilado, usado como armadilha para peixes, tendo como variações cacuri, jequiá, jiqui, jiquiá, juquiá, jequié.

O município se desenvolveu a partir da movimentada feira que atraía comerciantes de todos os cantos da região, no final do século XIX. Pertencente ao município de Maracás de 1860 a 1897, Jequié abastecia as regiões Sudeste e Sudoeste da Bahia, assim como a bacia do Rio de Contas. Com sua crescente importância como centro de comércio, a cidade cresce então linearmente às margens do Rio de Contas que, na época, era mais volumoso e estreito, e cercado por uma extensa mata.

O município de Jequié é originado da sesmaria do capitão-mor João Gonçalves da Costa, que sediava a fazenda Borda da Mata. Esta mais tarde foi vendida a José de Sá Bittencourt, refugiado na Bahia após o fracasso da Inconfidência Mineira. Em 1789, com sua morte, a fazenda foi dividida entre os herdeiros em vários lotes. Um deles foi chamado Jequié e Barra de Jequié.

Pelo curso navegável do Rio de Contas, pequenas embarcações desciam transportando hortifrutigranjeiros e outros produtos de subsistência. No povoado, os mascates iam de porta em porta vendendo toalhas, rendas, tecidos e outros artigos trazidos de cidades maiores. Tropeiros chegavam igualmente a Jequié carregando seus produtos em lombo de burro. O principal ponto de revenda das mercadorias de canoeiros, mascates e tropeiros deu origem à atual Praça Luís Viana, que tem esse nome devido a uma homenagem ao governador da Bahia que emancipou a cidade.

Ali veio a desenvolver-se a primeira feira livre da cidade que, a partir de 1885, ganhou mais organização com a decisão dos comerciantes italianos: José Rotondano, José Niella e Carlos Marotta, de comprarem todo o excedente dos canoeiros e de outros produtores.

 

FONTE: PREFEITURA DE JEQUIÉ – BA

ABAETÉ – MG

 

Palavra de origem etimológica tupi que significa homem forte, homem bravo. O povoamento da região começou por volta de 1730, com a atividade do garimpo. O Diamante de Abaeté, com 138 quilates, marcou a história no ano de 1796, como a maior pedra preciosa encontrada até então. O diamante atraiu muitos colonizadores em busca de sesmarias. Atualmente é um importante polo de produção leiteira e faz parte do Circuito Lago de Três Marias.

 

 

Feira da Sulanca (PE)

 

A Feira da Sulanca é uma feira que surgiu inicialmente na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, a 56 Km de Caruaru, a partir dos retalhos de helanca trazido da cidade de São Paulo. O local onde surgiu o primeiro movimento de vendas, hoje denominado foi exatamente na esquina entre a Rua Siqueira Campos e a Av. João Francisco Aragão.

 

O termo sulanca durante muito tempo ficou conhecido como termo pejorativo para roupa de baixa qualidade e, conseqüentemente a Feira da Sulanca também acompanhou durante muitos anos este estigma, de só ter produtos de baixa qualidade.

 

Hoje, funciona, como uma espécie de atacado para centenas de pequenos comerciantes de outras cidades, que chegam em ônibus fretados especialmente para a feira, vindos de diversas partes do Brasil. A versão para o termo sulanca é a de que se trata de helanca vinda do sul.

 

Atualmente, a feira que teve sua origem na cidade de Santa Cruz do Capibaribe e que com o tempo se expandiu à cidade de Caruaru é reconhecida como a original Feira da Sulanca, ainda que existam feiras que estão espalhadas por todo o estado sendo também chamadas de “Sulancas” ou “Sulanquinhas”, tal designação veio sendo adotada por força de expressão com o passar dos anos.

 

Fonte: Prefeitura de Caruaru (PE)pe

PICÃOZINHO – João Pessoa – PB

Formação de recifes, que fica localizada a cerca de 1.500 metros da praia de Tambaú, no litoral de João Pessoa. Durante os períodos de maré baixa, uma grande porção dos recifes fica exposta.

 

Picãozinho é um dos mais importantes pontos turísticos da cidade, sendo desde a década de 1980 explorado turisticamente. Atualmente, existem diversas embarcações que fazem o translado entre a praia de Tambaú e os recifes. Durante o trajeto, que dura aproximadamente de 15 minutos, os turistas são instruídos a não andarem sobre os corais.

 

Em decorrência da pandemia causada pelo covid-19, a reabertura da visitação ao local está programada para o mês de Setembro/2020.

Galeria Picãozinho